sábado, 31 de agosto de 2019

Ex-prefeito morreu a tiros porque mexeu com mulher comprometida; apontam investigações



A morte do ex-prefeito de Laranjal, na região de Guarapuava, Riolando Caetano, pode ter motivação passional, segundo o delegado que acompanha o caso, Marcelo Trevizan. A declaração foi dada nesta sexta-feira (30), para a RPC. Ele teve um caso com a esposa do principal suspeito do crime, um servidor público do município o qual a vítima foi prefeito.


O ex-prefeito, foi morto a tiros em uma panificadora da cidade na quarta-feira (28). Um servidor da Prefeitura de Laranjal é o principal suspeito do crime.

Até a publicação desta reportagem, o servidor não havia sido encontrado.

Segundo o delegado, o ex-prefeito teve um relacionamento com a companheira do atirador. Por este motivo, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de crime passional.

Em um passado recente, a esposa do suspeito teve um relacionamento breve com o ex-prefeito. A polícia trabalha com essa hipótese.

Ainda conforme o delegado, o suspeito jantou com a mulher, saiu da casa e não demonstrou reações que cometeria o crime.

A Polícia Civil ouviu cinco pessoas que estavam no bar no momento do crime. O delegado Marcelo Trevizan disse que todos as testemunhas deram a mesma versão, dizendo que o suspeito chegou na padaria, conversou cerca de 10 minutos com o ex-prefeito e, depois, disparou.

Novas imagens de câmera de segurança mostram o momento em que o Riolando Caetano conversa com o atirador. Na sequência, ele é atingido pelos disparos. Testemunhas relataram ainda que a vítima e o atirador eram amigos e frequentavam juntos a padaria de duas a três vezes por semana.

O caso

O ex-prefeito Riolando Caetano foi atingido por seis disparos, segundo a criminalística. Além dele, um rapaz que trabalha na panificadora também foi baleado. O jovem foi atendido e passa bem.

Após o crime, o suspeito fugiu em um carro da prefeitura, que foi encontrado horas depois em uma estrada rural de Laranjal.

Riolando Caetano foi prefeito da cidade por dois mandados, de 1993 a 1996 e, depois, de 2001 a 2004. Ele foi sepultado nesta quinta-feira (30), no Cemitério Municipal de Laranjal.

(Inf. G1)