terça-feira, 7 de novembro de 2017

BARBOSA FERRAZ - Polícia recaptura, Jedielson Muniz, foragido da cadeia; só falta um dos cinco fugitivos



O foragido foi recapturado no início da madrugada desta terça-feira (7) em uma ação de policiais civis da Delegacia de Barbosa Ferraz, policiais militares de Corumbataí do Sul e Barbosa Ferraz. Jedielson Rodrigues Muniz – Condenado por homicídio e acusado de assalto – foi localizado, escondido, em uma propriedade rural, não informada pela polícia.


Após ser recapturado Jedielson Rodrigues Muniz foi levado para a carceragem da delegacia de Barbosa Ferraz.

Jedielson, além de ser um criminoso condenado e perigoso, ficou conhecido também por conseguir escapar várias vezes da cadeia. Ele fugiu pelo menos quatro vezes, sendo duas em Barbosa Ferraz e outras duas em Ivaiporã.

O Delegado, Dr. Carlos Gabriel Stecca, informou que já está realizando todos os pedidos necessários para remoção de Muniz para cumprimento da pena em local adequado, já que ele é preso condenado e seu histórico de fugas acaba criando insegurança dentro da carceragem local. O delegado informou ainda que aguarda autorização do DEPEN - Departamento Penitenciário do Estado.

Com a prisão de hoje já são quatro os detentos recapturados pela polícia desde a fuga que aconteceu no dia 20 de outubro deste ano, quando cinco detentos da carceragem da delegacia ganharam a liberdade após conseguirem cerrar uma tela de aço, romper os trilhos de ferro, que ficam no solário e em seguida pular o muro da cadeia.


Dos cinco foragidos, apenas Guilherme Henrique Alves de Melo, vulgo “Gui Preto ou Zoio D’agua”. – Acusado de furtos e assalto – ainda se encontra foragido. A polícia continua com as investigações e espera prendê-lo em breve.

O delegado da comarca, Dr. Carlos Gabriel Stecca, já havia informado que a carceragem de Barbosa Ferraz abrigava no dia da fuga 41 detentos, em um espaço com capacidade para 12, o que torna muito difícil o trabalho tanto dentro da cadeia, quanto o trabalho externo, já que sua equipe precisa se desdobrar para cuidar de presos e ainda investigar os crimes registrados na comarca. Stecca frisou que o serviço de investigação, que é a responsabilidade da sua equipe, fica em segundo plano, pois seus agentes acabam tendo que fazer o trabalho de agentes de cadeia, o que não é o correto.